Allan Larangeiras

Analista de Sistemas




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Windows 8.1 Pro

Que tal começar pelo assunto mais polêmico?

Os que me conhecem a bastante tempo podem testemunhar a meu favor. Eu iniciei minha carreira de TI na área de infraestrutura e naquela época poderia fácilmente mergulhar em qualquer flame war referente à Sistemas Operacionais.

No princípio eu era usuário fervoroso de algumas distros Linux (Ubuntu, Slackware, Fedora…), e realmente fui muito feliz com todas elas.

No entanto, hoje tenho uma visão bem diferente do que tinha na época. Eu sempre uso as ferramentas que me atendem, simples assim. Não é que uma distro Linux ou um Mac OS não me atenderiam. Mas o Windows faz o que preciso da maneira que preciso.

Ai, cabe a pergunta, como vou atingir meus objetivos usando Windows? Ai que começa a configuração do meu ambiente…

VirtualBox

Hoje eu sou um usuário acíduo do VirtualBox. Eu possui VMs com diversas versões do Windows (e consequentemente do IE, para validadar o comportamento dos sistemas) e uma Ubuntu Server.

O Ubuntu Server se mostrou a distro Linux mais adequada para os meus objetivos, já que para muitas das ferramentas que uso hoje rodam apenas (ou melhor) neste SO.

Eu já fui usuário de um Macbook, e nada contra ele ou o Mac OS. Mas apesar deste SO ser *NIX like, eu, um advanced user de Linux encontrei diversas dificuldades durante meu tempo de adaptação. No fim, me encontrei usando o mesmo ambiente que uso hoje no Windows.

Samba

O Ubuntu Server é basicamente o Ubuntu Desktop sem o X ou qualquer outra aplicação de interface visual. Claro se trata de um ambiente para alguém que possui certa experiência e costume com o shell (linha de comando).

No entanto, para poder usar esse ambiente. Constantemente se faz necessário a troca de arquivos entre o Guest (Máquina Hospedeira) e o Host (VM). E para isso recorri a um velho amigo dos tempos de infra, o Samba.

Através do Samba podemos escolher um diretório qualquer do nosso sistema de arquivos e expôr o seu acesso através do sistema de compartilhamento de arquivos usado pelo Windows.

OpenSSH Server

Não é realmente necessário mas trabalho muito melhor acessando a minha VM via SSH usando o Putty.

Jekyll

Meu blog, que anteriormente era mantido em Wordpress, foi migrado recentemente para o Jekyll. As vantagens são inúmeras, tantas que acho que vale um novo posto só sobre ele.

O Jekyll nada mais é do que uma ferramenta para geração de sites estáticos escrita em Ruby.

Não sou um desenvolvedor habilidoso de Ruby, mas valeu à pena a instalação dele no ambiente para ter o Jekyll e poder escrever meus posts.

Virtualenv / Python / Django / Tornado

Resolvi juntar todos num assunto só já que são correlacionados.

O Virtualenv é um dos principais motivos de estar usando o Linux numa VM como ambiente de desenvolvimento. Através dele é possível fazer um sandbox, ou seja, isolar todo o ambiente de desenvolvimento Python selecionando apenas as ferramentas que deseja trabalhar.

O Django é um framework ágil de desenvolvimento web bem eficiente e o Tornado, apesar de não possuir tanta agilidade tem seu foco voltado para o desempenho, já que utiliza o conceito de IO não bloqueante (mesma idéia usada pelo NodeJS).

Ferramentas secundárias

Também tenho no meu ambiente algumas ferramentas secundárias e também de suma importância:

  • Redis
  • MySQL
  • MongoDB
  • NodeJS
  • OpenLDAP
  • Git

Sublime Text 2

O Sublime se mostrou um ótimo editor de textos para desenvolvimento. Eu arrasto a pasta diretamente do diretório compartilhado para a janela do editor e árvore de diretórios está lá pronta para trabalhar.

O resto dispensa apresentações. Essa é uma das ferramentas proprietárias que mais valeram a compra da licença.

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